Síndrome do impacto do ombro dá direito a auxílio-acidente do INSS?
Quem desenvolve a síndrome do impacto do ombro por causa do trabalho costuma achar que é só uma fase ruim...
As mãos começam a tremer sem motivo. Os movimentos ficam lentos, o corpo enrijece e tarefas simples passam a exigir um esforço enorme. Quando isso aparece em quem passou anos exposto a manganês, agrotóxicos ou solventes, surge uma pergunta que muita gente nem imagina fazer: e se esse parkinsonismo tiver…
Quem desenvolve a síndrome do impacto do ombro por causa do trabalho costuma achar que é só uma fase ruim...
Quem desenvolve tendinite calcificante do ombro por causa do trabalho costuma achar que é só um esforço que vai passar...
Quem tem gonartrose ligada ao trabalho costuma achar que precisa parar de trabalhar para ter algum direito. Subir a escada...

Você começou a ter falta de ar e chiado no peito depois de anos respirando poeira, vapor ou produto químico

Você sofreu um traumatismo cranioencefálico (o famoso TCE), recebeu alta e acha que, voltando ao trabalho, o assunto está encerrado?

Você sofreu uma queimadura no trabalho, ficou com sequela e acha que o caso “já se resolveu” depois da alta

Muita gente acha que cicatriz é só questão estética. Ou então acredita que o auxílio-acidente só vale para mutilação grave

A xícara escorrega de manhã. A chave de fenda não gira mais como antes. A mão que sempre respondeu começa

Sim, pode dar. Mas não é automático. O que define o direito ao auxílio-acidente não é o tipo de lesão

O osso consolidou. O gesso saiu. O médico deu alta. Para o INSS, o caso estaria encerrado. Mas para você

Quem sofreu um acidente e ficou com sequela permanente costuma desistir do pedido de auxílio-acidente acreditando que não tem tempo

Poucos acidentes mudam tanto a rotina de um trabalhador quanto a fratura do fêmur. A dor é intensa, a cirurgia